domingo, 16 de outubro de 2011

DiCaprio vive diretor gay do FBI em filme de Eastwood e irrita Washington

J. Edgar Hoover, diretor do FBI entre 1935 e 1972, foi um tipo duro em uma época em que apenas tipos duros governavam Washington. Sob seu comando, o corpo da polícia judiciária dos Estados Unidos fechou o cerco contra gangsters, mafiosos, comunistas e líderes da luta pelos direitos civis. Ele mesmo moldou o que se conhece por FBI e acabou transformando o bureau na mais eficiente arma de governo para impor orderm e fazer cumprir a lei. Seu único lema era “mão dura”. Agora, outro tipo duro, Clint Eastwood (81), está levando a sua história de vida para as telonas e está conquistando inimigos nos mais altos escalões da capital federal norte-americana. Tudo porque o diretor decidiu pintar esse mítico personagem com todas as suas cores, inclusive escancarando a homossexualidade de Hoover.

Não que este tenha sido o segredo mais bem guardado de Washington. Hoover nunca se casou, vivia só. Todas as manhãs, ele passava pelos escritórios do FBI, sempre em sua - Compre já direto da fábrica Brincos, Pingentes, Anéis, Gargantilhas, Pulseiras e muito mais com preços imbatíveis

http://www.imagemfolheados.com.br/?a=4562 - limusine, despachando ao lado do seu diretor-adjunto, Clyde Tolson. Almoçavam juntos no hotel Mayflower. No verão, viajavam juntos para San Diego. Passavam o réveillon sempre em Nova York, também juntos. No inverno, escapavam de férias para Miami. Quando Hoover morreu, em maio de 1972, deixou a Tolson mais da metade de sua fortuna – estimada em US$ 425 mil. Ele morreu três anos depois...

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