Quando alemães chegam aos hospitais holandeses, surpreendem-se ao saber que serão colocados em quarentena. Médicos só se aproximarão depois de vestirem jalecos, luvas e máscaras. Na Holanda, alemães e moradores de outros países são considerados um risco de infecção - isso porque há um crescimento nos hospitais das bactérias resistentes a quase todos os antibióticos.
Uma delas, a superbactéria MRSA (sigla em inglês para Staphyloccus aureus), resistente à meticilina, tornou-se quase comum nos hospitais, onde infecta em média 1 em cada 70 pacientes nas unidades de terapia intensiva. Bactérias como essas produzem uma enzima que pode destruir a penicilina, a cefalosporina e outros antibióticos.
Apenas na Alemanha, segundo o Instituto Robert Koch, encarregado do controle e da prevenção http://migre.me/jBiT de doenças, há pelo menos quatro mortes diárias decorrentes de infecções contraídas em hospitais que poderiam ser evitadas.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101107/not_imp636108,0.php
Uma delas, a superbactéria MRSA (sigla em inglês para Staphyloccus aureus), resistente à meticilina, tornou-se quase comum nos hospitais, onde infecta em média 1 em cada 70 pacientes nas unidades de terapia intensiva. Bactérias como essas produzem uma enzima que pode destruir a penicilina, a cefalosporina e outros antibióticos.
Apenas na Alemanha, segundo o Instituto Robert Koch, encarregado do controle e da prevenção http://migre.me/jBiT de doenças, há pelo menos quatro mortes diárias decorrentes de infecções contraídas em hospitais que poderiam ser evitadas.
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